Há um nó na garganta...
Um aperto no caração...
Um vazio na alma...
E não há o que preencha...
Uma dor no corpo...
Como se todas as noites eu tomasse uma surra...
E nessas horas aquela música tão especial aparece...
Sem convite... ou sem que eu perceba meus próprios dedos malditos a fizeram tocar vezes sem parar...
E sem que eu consiga controlar...
Há água com gosto de lágrimas invadindo meus olhos...
Automaticamente, a cabeça pende pra cima,
Aprisionando toda essa dor de volta ao coração...
A cabeça reage, dói...
O corpo se vinga á noite e impede que os olhos se fechem...
De que adianta tentar distrair? Nada!
Quando o escuro vence a briga com a tristeza,
O cérebro se vinga...
E traz de volta aquele maldito sonho..
Onde os sorrisos são verdadeiros, Onde não há razão pra sofrer,
Não há jogos,
Não há mentiras...
Só uma felicidade sem medidas que não existe...
E então aquele barulho...
Ele não faz parte do sonho...
Ele acaba com o sonho..
Muitas vezes ainda mantenho um leve sorriso nos lábios...
Até que a escuridão do quarto novamente domina minha alma...
Não, eu não tenho mais forças...
Olho pros lados,
Não vejo nada, ninguém...
Não há um abraço mágico...
Não há nada que ajude a diminuir...
Há apenas uma ilusão de fim de semana...
Que acaba ás 07h da segunda-feira...
E tudo volta ao normal...
Uma maldita rotina...
Algo que nunca muda,
E vai assassinando um pouco a cada dia...
Essa vida chata...
O que fazer pra mandar esse sentimento embora?
Já tentei de tudo...
Nada mais adianta...
E todas as manhãs meu corpo ainda me força a respirar...
Trabalhar...
Falar...
Atuar...
Sorrir...
Sobreviver...
E as três únicas coisas que poderiam aliviar ao menos,
Não voltarão pra minha vida...
E aí, o que fazer???
Como matar o que tem me matado???
Um aperto no caração...
Um vazio na alma...
E não há o que preencha...
Uma dor no corpo...
Como se todas as noites eu tomasse uma surra...
E nessas horas aquela música tão especial aparece...
Sem convite... ou sem que eu perceba meus próprios dedos malditos a fizeram tocar vezes sem parar...
E sem que eu consiga controlar...
Há água com gosto de lágrimas invadindo meus olhos...
Automaticamente, a cabeça pende pra cima,
Aprisionando toda essa dor de volta ao coração...
A cabeça reage, dói...
O corpo se vinga á noite e impede que os olhos se fechem...
De que adianta tentar distrair? Nada!
Quando o escuro vence a briga com a tristeza,
O cérebro se vinga...
E traz de volta aquele maldito sonho..
Onde os sorrisos são verdadeiros, Onde não há razão pra sofrer,
Não há jogos,
Não há mentiras...
Só uma felicidade sem medidas que não existe...
E então aquele barulho...
Ele não faz parte do sonho...
Ele acaba com o sonho..
Muitas vezes ainda mantenho um leve sorriso nos lábios...
Até que a escuridão do quarto novamente domina minha alma...
Não, eu não tenho mais forças...
Olho pros lados,
Não vejo nada, ninguém...
Não há um abraço mágico...
Não há nada que ajude a diminuir...
Há apenas uma ilusão de fim de semana...
Que acaba ás 07h da segunda-feira...
E tudo volta ao normal...
Uma maldita rotina...
Algo que nunca muda,
E vai assassinando um pouco a cada dia...
Essa vida chata...
O que fazer pra mandar esse sentimento embora?
Já tentei de tudo...
Nada mais adianta...
E todas as manhãs meu corpo ainda me força a respirar...
Trabalhar...
Falar...
Atuar...
Sorrir...
Sobreviver...
E as três únicas coisas que poderiam aliviar ao menos,
Não voltarão pra minha vida...
E aí, o que fazer???
Como matar o que tem me matado???
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